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10 de Dezembro de 2018

Rede Globo e Dráuzio Varella se vendem ao Lobby nojento e orquestrado das indústrias químicas e farmacêuticas

Boicote realizado pela emissora quanto a potencialidade de cura da substância fosfoetanolamina sintética. (sentença de concessão liminar inserida ao final)

Nadir Tarabori, Consultor Jurídico
Publicado por Nadir Tarabori
há 3 anos

Em rede nacional, a Rede Globo patrocinou no programa FANTÁSTICO deste último de 18 de outubro, com a colaboração do médico oncologista Dráuzio Varella o linchamento da substância fosfoetanolamina sintética, indicada como possível medicamento para o combate de células cancerígenas, fazendo o jogo podre da indústria química e farmacêutica.

Vamos entender a polêmica

Estudada desde o início dos anos 90, a fosfoetanolamina (ou fosfoamina) sintética era entregue gratuitamente no campus da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, mas, em 2014, uma portaria determinou que as substâncias experimentais deveriam ter todos os registros necessários antes que fossem disponibilizadas à população.

A droga chegou a ser fornecida gratuitamente pela USP de São Carlos, entretanto por portaria a Universidade proibiu a distribuição e o pedido de registro junto à ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Com isso, as cápsulas, que não têm a licença da Anvisa, começaram a ser distribuídas somente mediante decisão judicial. Pacientes com câncer obtiveram liminares estipulando a entrega, porém uma decisao do Tribunal de Justiça de São Paulo passou a suspender as autorizações.

No entanto, O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu uma medida cautelar suspendendo a decisao do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que impedia o fornecimento da fosfoetanolamina sintética para uma paciente com câncer do Rio de Janeiro. Publicado nesta quinta-feira (8), o parecer abre precedentes para que outras pessoas consigam as cápsulas produzidas em São Carlos (SP), mas não é definitivo e ainda pode ser revisto.

Na decisão favorável do ministro Edson Fachin (STF), que em seu parecer apontou também que a ausência de registro junto à Anvisa não implica em lesão à ordem pública e é um assunto pendente no STF.

Outras esferas

Pesquisadores detentores da patente da fosfoetanolamina (ou fosfoamina) sintética se reuniram com o senador Ivo Cassol (PP-RO) e os deputados estaduais Roberto Massafera (PSDB-SP) e Rodrigo Moraes (PSC-SP) para discutir a apresentação da substância em uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT).

Em sessão extraordinária da CCT foi definido que serão convidados para a audiência os pesquisadores e também Jarbas Barbosa da Silva Júnior, diretor presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e Meiruse Sousa Freitas, superintendente de medicamentos e produtos biológicos da agência.

Em âmbito estadual, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que iria avaliar o caso e o gabinete do deputado Rodrigo Moraes (PSC-SP) informou que foi marcada uma reunião com Nalini para pedir a revisão das suspensões.

Um dia do Supremo Tribunal Federal (STF) permitir para uma portadora de câncer da cidade do Rio de Janeiro, o uso da substância, o site do TJ-SP publicou em 09/10/2015 a decisão de Nalini em liberar o produto.

O presidente do TJ – SP salienta ainda que "é de responsabilidade da USP e da Fazenda do Estado paulista assegurar a constância do processo de pesquisa e marketing, avisando aos interessados e pacientes da droga, que inexistem registros oficiais da eficácia da substância".

Concomitantemente, Nalini diz que fosfoetanolamina não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como fármaco e que até mesmo a USP informou que o consumo da substância ocorre "por conta e risco dos pacientes", mas apesar de tudo isto, não se podem deixar de perceber os testemunhos de pacientes que dizem ter melhorado nos seus quadros clínicos."

Por outro lado, diante do cenário político conturbado e da crise de moralidade pelos quais atravessam os órgãos públicos regulamentadores do Brasil, a Anvisa não tem sido unanimidade diante da opinião pública nacional no que diz respeito a morosidade dos processos, interesses econômicos conflitantes, entre outros possíveis desvios de cidadania.

A partir de 13/10/2015 os pacientes com liminares judiciais poderão rumar a São Carlos para buscar o medicamento, o que deve estimular a apresentação de outras liminares para a obtenção do remédio. Enfim, se torna notório que o voltar atrás de Nalini, ecoou nas redes sociais, tanto que Augusta Moyses detentora de liminar para conseguir o remédio, publicou que tudo o que está acontecendo, “trata-se de uma vitória da união e da esperança" por dias melhores.

Procedimento

Para seguir as normas da ANVISA é necessário ainda concluir as três fases requeridas pela agência, mas que por má vontade, e falta de interesse do Governo, da própria Agência e da USP não lhe são dispostos os meios necessários. Ele diz que estuda a possibilidade de produzir o medicamento em outro país, porque nas suas palavras: Beneficiar pessoas não é por bandeira. A humanidade precisa de alguém que faça alguma coisa para curar os seus males”.

Pacientes que usam a droga, familiares e advogados, afirmam que a substância, ainda que experimental, tem resultados eficazes no combate à doença. Eles relatam casos de cura e vêm apelando à Justiça para obter a droga, já que sem o registro junto à Anvisa não pode ser produzida e comercializada. Sua produção mesmo em baixa escala não alcança meros R$ 0,10.

Valor tão irrisório, que leva todos os interessados a questionar a que ponto não são os grandes Laboratórios e seu lobby os responsáveis por tanto descaso da parte do Governo e das Agências e Instituições.

A polêmica está lançada e as discussões na internet proliferam.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, emitiu parecer dizendo que a substância fosfoetanolamina sintética poderia vir a ser um importante medicamento utilizado para combate ao câncer, mas de acordo com o pesquisador Salvador Neto do Departamento de Química da USP, para que as pesquisas, os estudos e a produção da droga avançassem seria necessário ceder a patente a própria Fiocruz. E se não fosse aprovada, tal cessão impediria por completo o desenvolvimento das pesquisas e sua possível produção.

O mecanismo pelo qual a substância funciona é extremamente simples: mata a maioria dos tipos de células cancerosas causando-lhes autodestruição sem afetar tecidos normais.

No mundo de hoje, essas drogas não atraem facilmente financiamento. A grande indústria da farmácia não está exatamente ignorando a substância e nem suprimindo sua pesquisa; apenas não está ajudando.

O desenvolvimento de drogas é basicamente um grande negócio, e investir na droga sem patente simplesmente não é um bom negócio, porque não haverá lucro. Em um mundo onde a droga para câncer Avastin – patenteada pela empresa farmacêutica Genentech/Roche – custa aos pacientes cerca de 80.000 dólares por ano sem nenhuma comprovação de que prolonga a vida, não ha espaço para a fosfoetanolamina.

Segundo farmacologistas, as empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidos com lucro. Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba se tornando uma droga aprovada.

Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos a 7 a 10 anos de testes, com um custo total médio de 500 milhões de dólares, o que pode ser em vão se a droga não receber aprovação de instituições reguladoras. E mesmo se isso ocorrer, apenas 3 de cada 20 drogas aprovadas geram lucros suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento.

O lucro é o incentivo para o risco que a empresa corre. E seria quase impossível lucrar em uma droga como a fosfoetanolamina. Se ela for mesmo eficaz, então será uma droga ridiculamente barata. Segundo especialistas, a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação.

Ai reside a torpeza das indústrias químicas e farmacêuticas, promovendo lobbys para barrar o desenvolvimento e o estudo de drogas que não proporcionarão lucro.

Não bastasse essa prática asquerosa e nojenta, uma das maiores empresas de mídia televisiva mundial _ a Rede Globo de Televisão - se une a baixeza do boicote promovendo matérias em rede nacional, com forte apelo emocional, buscando ridiculizar o poderes potenciais da substância.

O que causa mais nojo ainda é a aderência de um médico que se tornou astro de televisão - Dr. Dráuzio Varella – e, sem qualquer autoridade nega uma possível incidência de cura., negando suas potenciais qualidades e com veemência afirma tratar-se de um engodo.

É lamentável este tipo de postura tanto das agências reguladoras, das industrias químicas e da Rede Globo com auxílio de seu artista médico, boicotarem o que pode ser a esperança de cura através de uma droga acessível a todos.

Sentença completa disponível aqui

NÃO OBSTANTE, ACREDITAMOS QUE UM DIA O CÂNCER SERÁ APENAS MAIS UM SIGNO.

Nadir Tarabori

Matéria teve como fonte inúmeras notícias mescladas do portal G1 com acréscimo de conclusões pessoais.

711 Comentários

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Para mim fica claro o incômodo que um medicamento que promete uma cura simples e de baixo custo possa criar para uma industria que fatura alto em cima do infortúnio dos outros.
Quanto mesmo custa a hora de sobrevida para um paciente com câncer?
O engôdo que deveria preocupar a rede Globo e o Dr. Dráusio, é o que vem acontecendo a anos, quando verdadeiras máquina de arrecadar dinheiro, exploram o desespero, vendendo esperanças. continuar lendo

Cada paciente com câncer custa em média 80.000 dólares ao ano. continuar lendo

Medicamento NÃO, substancia, não se tem medicamento nenhum.

E o que me estranha, é que ninguém fala que tal substância foi então isolada em 1936, só agora está tendo tal apelo público, e que é produzida em massa pro industrias químicas, assim, podendo ser comprada, não necessita de auxilio judicial.

Produção Industrial
A fosfoetanolamina é produzida em escala industrial pelo laboratório Santa Cruz Biotechnology dos EUA em Dalas, Texas.

http://www5.usp.br/99485/usp-divulga-comunicado-sobreasubstancia-fosfoetanolamina/ continuar lendo

E se fosse a Glaxo ou a Aventis distribuindo um medicamento sem passar pelos trials clínicos tradicionais? Vocês seriam à favor?
Vocês realmente acreditam que um laboratório de USP São Carlos miraculosamente conseguiu uma substância miraculosa que nenhuma das gigantes do setor, que investem bilhões em cada novo medicamento, conseguiram?
Ok, tenho um carro movido à agua pra vender pra vocês.... continuar lendo

Até mais do que isso Marcos, o fato do remédio custar 10 centavos para produzir não quer dizer que eles venderiam por 10 centavos, uma empresa farmacêutica com a patente desse remédio poderia vender ele por mil ou 10 mil reais mesmo que custasse 10 centavos para produzir porque não existe absolutamente nada que impeça a empresa de colocar o preço que bem entender no medicamento. O que a maioria não entende é que os custos para desenvolver um remédio é muito mais que o simples valor da capsula produzida quando ele for aprovado, existe custos que vão desde o R&D até mesmo o civil liability para a eventualidade do medicamento não funcionar direito. O recente aumento de 5000% do Daraprim nos EUA é um exemplo de que o custo de se produzir industrialmente um medicamento está longe de ser o preço de venda desse medicamento. Particularmente acredito (pelos sites que eu li e tal) que tal elemento tem potencial, inclusive em testes que já estão sendo feitos lá fora, mas a fosfoetanolamina pura não pode ser patenteada, no máximo o seu método de produção, além disso porque esse celeuma todo sendo que a fosfoetanolamina já é produzida em níveis industriais por empresas ao redor do mundo? continuar lendo

Marcos, até onde eu sei esses laboratórios não tem as mesmas prerrogativas que um ministro do STF. continuar lendo

Marcos e Bruno: corretíssimos. Essa distribuição de princípio ativo beira a irresponsabilidade. E depois ainda vao querer processar a USP se algum paciente tiver uma reação adversa ao composto! continuar lendo

José Roberto, não tem as prerrogativas de um ministro do STF, tem apenas conhecimento cientifico. continuar lendo

Sem falar, que ele tem um clinica de quimioterapia!!
A quiminioterapia não tem registro na ANVISA!
https://www.youtube.com/watch?v=lny5GH4O3ns (Muito boa matéria)

A FAG (Faculdade de Cascavel) vai nesta quinta, junto com alguns policos (do sul) pedir para eles, os Cientistas irem para lá! Vai bancar tudo!
https://www.youtube.com/watch?v=9LIYGqTDVI0 parte 1
https://www.youtube.com/watch?v=pNB5-FWPd-o parte 2 Excelente materia da TV Cascavel! continuar lendo

Renato, nem discuto o conhecimento, mas isso não o qualifica para liberar nada.
Aliás, essa nem é a discussão. continuar lendo

Marcos, caso você desconheça, na Unesp de Bauru, na Faculdade de Engenharia Mecânica se não me engano, á muitos anos já existe um motor movido a água. Possivelmente ainda não temos um montão de veículos rodando por aí pelo mesmo motivo de as pesquisas com o composto químico assunto do artigo em comento não conseguirem prosseguir e ou serem imediatamente autorizadas pelos órgãos pertinentes. Se você conseguiu que seu carrinho funcione com motor a água parabéns, mas, eu se fosse você não o venderia por dinheiro algum. Já viu o preço dos demais combustíveis em que altura estão?!!!! continuar lendo

Basta assistir esse filme. dá para entender como a mafia das industrias e do comercio funcionam, de todas as industrias,e todos os comércios.
A Corporação (2003) - Versão completa - The Corporation ( Leg. Pt-Br)
Está no You Tube. continuar lendo

Mesma tática do PT, a do autor do texto, Mestre Nadir Tarabori, desqualificar todos os antagônicos e ridicularizar a Rede Globo pelo seu editorial só porque tem posição contrária à sua aposta na droga, aliás, notoriamente polêmica. continuar lendo

Entendo que não, Marcos José. Me parece mais ponto de vista do que tentativa de polemizar. continuar lendo

Sr. Marcos Jose Garcia de Paiva sugiro uma leitura mais atenta. A matéria não trás posicionamento pessoal. o grande e esmagador número de pessoas que votaram favoravelmente à leitura do texto diz tudo. Sua opinião faz parte da minoria que não leu direito ou não entendeu. Creio que sua tese não agradou. Vide o número de votos que o senhor teve. Quanto a tática petista lamento sua ignorância jurídica.
7 seguidores???? risível continuar lendo

Você acha que o respeitadíssimo Dr Dráuzio falou o que falou por que se vendeu ?
Um médico com muito sucesso profissional, em situação financeira tranquila, oncologista com mais de 70 anos de idade e que ainda corre ao menos uma maratona por ano mudaria sua opinião por dinheiro ou pelos colaterais que o dinheiro pode obter ? Sugiro que leia qualquer livro do Dr Dráuzio.

Longe de achar que a industria farmacêutica e/ou rede Globo sejam flores para se cheirar. Mas não acho que foi lobby. continuar lendo

Perfeito José Roberto! continuar lendo

Para conhecimento....

http://cartacampinas.com.br/2015/10/nota-da-usp-diz-que-fosfoetanolamina-usada-no-combate-ao-cancer-naoeremedio/ continuar lendo

Daniela:
Na verdade não estou discutindo se o remédio é bom ou não, se é funcional, se é droga, remédio ou substância, isso é outro assunto e não sou da área da medicina.
Mesmo que, como já colocaram aqui, os laboratórios não estejam ocultando possíveis remédios para a cura do câncer, fica visível a exploração por parte de uma industria montada por médicos nada éticos, que exploram o câncer como forma fácil de arrecadar dinheiro.
Na minha família já fomos vítimas dessa indústria.
E a isso me refiro no meu comentário, quando falo do Dr. Drausio e da rede Globo. continuar lendo

Sarah:
Não deveria ser uma distribuição, até onde eu entendi. Deveria se limitar a um único caso de uma doente em estado terminal, quando a medicina e a ciência se deram por vencidas e então, que diferença faria testar a substância?
Nessa hora, Sarah, principalmente quando a pessoa doente é uma pessoa que amamos, estamos dispostos s tentar de tudo e a liberação do ministro foi um ato de humanidade. continuar lendo

Lembro-me de Nicola Tesla. Boicotado pois queria achar uma forma de transmissão de energia sem fios. Seu laboratório foi queimado.

Não quis vender a patente. Pois vender a patente é perder a sua utilização pública e transformá-la em privada pra ser utilizada como o privado bem entender. Tal como o motor a água como dito acima. Aliás, a mesma máfia que deixou Tesla às escuras é a que abafa essas tecnologias. continuar lendo

Concordo com você José Roberto. Ainda vale lembrar a história daqueles dois médicos australianos que descobriram a causa e a cura para a úlcera gástrica, com medicamentos, sem necessidade de cirurgia, apenas tomando o antibiótico correto, contra o microrganismo causador. Eles tiveram que enfrentar toda a comunidade médica mundial que insistia em dizer que a úlcera era causada por stress e comidas ácidas. E para vencer essa oposição do sistema, ele tomou uma atitude radical, infectando a si mesmo, para comprovar os efeitos e a cura. Ele passou maus bocados por conta dessa atitude, mas finalmente conseguiu provar ao mundo todo, que seu estudo estava correto, e que o resto do mundo estava errado, apesar de todos os congressos de medicina e estudos anteriores afirmarem que a gastrite e úlcera gástrica afirmarem que a causa era o stress. Tenho um caso na família que se beneficiou da descoberta desses dois médicos, e somos gratos a eles pela persistência e dedicação. Quem fica cega e friamente seguindo todos os trâmites e procedimentos padronizados o tempo todo, é porque acredita piamente no sistema. O sistema não merece tanta credibilidade assim. continuar lendo

SR.Marcos Eliziario Santos, por falar nisso, sabia que EUA,Alemanha ,Inglaterra entre outros RETIRARAM do mercado carros elétricos?Por que será hein? A industria do petróleo é mais forte em termos economicos e NÃO interessam veiculos que não dependam de seus produtos certo? Enquanto o ser humano pensar apenas em lucros, o planeta estará fadado a ruina completa.Pena ! continuar lendo

Na verdade José Roberto, esta substância estava sendo fornecida em caráter experimental para muitas pessoas, seja em estado terminal ou não. Ocorre que a potencialidade dessa substância colocava em risco os medicamentos de altos custo existentes no mercado que poderia sofrer uma drástica redução em suas vendas. Por isso houve um lobby, inicialmente para impedir a publicidade maciça da distribuição, razão pela qual o IQSP baixou uma portaria condicionando a substância á registro para a continuidade do fornecimento. Foi então que surgiram as liminares, com a intenção de restabelecer o status quo, ou seja, voltar a distribuição a todos que a vinham recebendo. O lobby acabou ocasionando um corrida maluca à substância que o próprio organismo a produz naturalmente. A que está sendo distribuída tem amparo legal para a continuidade da distribuição sem registro, mesmo porque é a mesma substância do organismo sintetizada. Ninguém fala em medicamento ou cura ou ainda em efeitos milagrosos. Denunciou-se um prática nefasta em tentar impedir uma substância com potencial princípio ativo, o que ensejou químicos e cientista virtuais de plantão a darem seus pitis. Por isso repito, a grande maioria, com exceção da turma do contra, entendeu a matéria e sua utilidade. continuar lendo

Indústrias farmacêuticas patrocinam campanhas políticas e depois se aboletam em cargos administrativos dentro de hospitais, surrupiando o dinheiro do Sus para obter o retorno dos seus investimentos. Vide crise no Incor e Santa Casa. continuar lendo

A unica coisa clara neste artigo é a ignorancia por parte do autor e em geral dos profissionais do direito quanto como funciona o processo cientifico. Uma substancia não é um medicamento, para ser um medicamente primeiramente precisa ser SEGURO depois precisa ser EFICAZ. A fosfoetanolamina não cumpre nenhum destes requisitos, porem esta disponível no mercado a um custo bem inferior ao que a USP pode produzir, portanto qual a razão em obrigar uma universidade a produzir algo que não faz parte de sua função é obscenamente ilógico. É realmente constrangedor ler um artigo recheado de teorias conspiratórias, especialmente quando se trata de um assunto que não diz respeito ao direito, e portanto apenas baseado em senso comum e não em ciência. continuar lendo

Verdade. Temos uma deficiência obscena em entender o mais básico do método científico. Aí surge essa crença quase religiosa em substâncias milagrosas e um ar de culto em torno da personalidade de um profeta, salvador de todos. continuar lendo

Ainda existe razão e ciência no mundo.

Esperanças recarregadas (um pouco só)... continuar lendo

Concordo! Querer comentar assunto de área que não a especializada é cair no senso comum. Finalmente um comentário pertinente. continuar lendo

A única coisa clara é que a sua capacidade de compreensão é nula. O artigo aborda o tema por outro enfoque. É muito difícil postar um comentário coerente e pertinente quando não se entende o que está escrito. Sugiro ao Sr. Tiago que releia a matéria pelo menos 10 vezes e quem sabe conseguirá externar um comentário que preste. continuar lendo

Caro Tiago, leia o que diz o Art. 32 da Declaração de Helsinque da Associação Médica Mundial. continuar lendo

Caro Nadir, li todo o texto e concordo totalmente com o Tiago Arrial. O analfabetismo científico é preocupante, não só no Brasil, para ser justo. Já na manchete: "Rede Globo e Dráuzio Varella se vendem ao Lobby nojento e orquestrado das indústrias químicas e farmacêuticas" há ataques levianos e uma teoria conspiratória presente. Explique o que o senhor quis dizer com isso. continuar lendo

Gustavo a matéria é de uma clareza solar. Não me cabe ministrar didática cognitiva. A grande maioria entendeu a tônica e o foco da matéria. continuar lendo

Senhor Tiago, creio que equivoca-se em dizer que não está ligado ao direito.

A questão central é a proibição da distribuição. A própria USP avisa não ser medicamento comprovado e as pessoas estavam sendo impedidas de usar, por sua conta e risco, retirando a possibilidade de ter uma cura pra sua enfermidade.

Se um dia isso me acometer, não buscarei a solução que a industria dá: Radioterapia e quimioterapia. Perdi duas tias em uma luta dolorosa por esses meios.

Prefiro buscar alternativas como a do médico alemão Gerson, ou medicamentos simples, como este, e quero ter meu direito de buscar outras alternativas.

https://www.youtube.com/watch?v=Zh3GHcShNAU

A indústria apoia um procedimento que acaba com você. Isso sim é insano e cruel. Insano é acreditar que matando todas as células, boas e ruins, você será curado. continuar lendo

Como não diz respeito ao direito??? Leia os direitos dos pacientes, leia a constituição sobre os direitos fundamentais onde no mínimo se posso evitar que um paciente morra, com a aprovação do mesmo (não posso cortar a perna dele sem sua autorização a não ser em caso de risco de morte) devo usar todos os meios disponíveis. Voce sabia que o paciente de cancer terminal morre é de fome????? Onde fica a dignidade da pessoa humana? Pela sua ótica pacientes não tem qualquer direito... continuar lendo

por acaso eu li aqui "com a aprovação do MESMO? Parei.....sem mais comentários. continuar lendo

Lamentável este texto.
O caso da fosfoetanolamina mostra apenas como alguns membros do judiciário são completamente ignorantes em ciência e o papel da Universidade na sociedade.
Será que é muito difícil acessar a Plataforma Lattes do CNPQ, ou um PubliMed para se falar de fatos, e não de boatos.
A substância em questão não possui UM estudo científico orientado ao efeito da citada substância no corpo humano.
O que existe, são apenas estudos que demonstram como a substância teve sucesso em reduzir alguns tipos de células cancerosas EM LABORATÓRIO. Em ratos, os registros
Não existe NADA que comprove sua aplicação como medicamento: não se conhece seus efeitos colaterais, e sequer, quais as dosagens corretas.
Médico NENHUM está apto a prescrever ou orientar a sua aplicação em detrimento de outros procedimentos.
Houve uma atitude clandestina e ILEGAL em distribuir esta substância em um hospital. Não há registro do acompanhamento clínico das pessoas submetidas a esta esta substância, os seus efeitos imediatos e consequências futuras.
A ANVISA pode ter diversos problemas e críticas sobre os procedimentos de liberação de medicamentos, mas isto não justifica brincar com a saúde de milhares de pessoas.
Aliás, para se pensar chamar a fosfoetanolamina de "candidata a medicamento", existe muitos anos de estudo pela frente. continuar lendo

Esse mercado negro de cura do câncer deveria ser proibido.

É um absurdo ficarem propagando informações sem base cientifica nenhuma, sem testes, ou baseados em relatos que não se sabe nem se as pessoas tinham ou não alguma doença.

Voltamos aos campos de concentração nazistas, em que testamos os medicamentos nas pessoas, sem nenhum teste anterior. continuar lendo

Já assitiu o filme "Clube de Compras Dallas"? Olha como estamos perto desse filme... continuar lendo

Daniel Ruschel
Não se baseie em um filme para tomar decisões cruciais. continuar lendo

Ricardo, você está corretíssimo, verifiquei no pubmed, não existem provas nem estudos que comprovem a eficacia ou os males de tal substância. O autor do texto utiliza de apelo ao emocional para "vender seu peixe". O jus brasil ultimamente está virando palco para politicagem, proselitismo e HOAX. continuar lendo

Lamentável é o despreparo em leitura de alguns comentaristas. Aliás que a capacidade de compreender seja nula é até compreensível, mas de leitura também. Bom, mas a CF dá o direito de expressão mesmo que seja essa bobagens ditas por essa minoria ignorante em ciências jurídicas. Basta ver o número de votos a favor e os contrários. continuar lendo

<< O direito à vida é o mais fundamental de todos os direitos, já que se constitui em pré-requisito à existência e exercício de todos os demais direitos. >>

https://youtu.be/yDNzX6SVROo continuar lendo

Todos se esquecem que a busca pela cura é inerente à natureza humana e o único fator que diferencia um tratamento de outro, seja ele qual for é QUANTO CUSTA. Onde está a linha tênue entre charlatanismo , tratamento oficial"ou tratamento dito alternativo para um paciente que com cancer busca ficar vivo?? Os oncologistas (claro que não são todos) são conhecidos no meio médico por :" enquanto há vida há dinheiro... " continuar lendo

É caro autor do texto, o Sr. deve ter mestrado na arte da falácia, quiçá um PHD. Suas palavras: "Lamentável é o despreparo em leitura de alguns comentaristas. Aliás que a capacidade de compreender seja nula é até compreensível, mas de leitura também. Bom, mas a CF dá o direito de expressão mesmo que seja essa bobagens ditas por essa minoria ignorante em ciências jurídicas. Basta ver o número de votos a favor e os contrários" Então queres dizer que a quantidade de votos legitima e embasa a argumentação. Muito boa colocação, realmente a arte da compreensão que V.Exª exerce à minha pessoa é incompreensível. Agradeço por ter ratificado meu posicionamento anterior. Jusbrasil está sendo palco para politicagem. Pensaste em candidatar-te? E concordo com o Sr. eu não sei ler, meu diploma de bacharelado, minha aprovação na ordem, minha formação em gestão ambiental, meu certificado da UIPUI (curso de direito NA) revelam que eu não sei ler, muito menos completei o segundo grau. O fato de ler e escrever em 2 línguas e ainda estou avançando meus conhecimentos em Russo/Cirílico e iniciando em Pashto revelam que eu sou um completo ignorante, como aqueles que escrevem Pubmed, afinal das contas eles sendo médicos não descobriram a cura do câncer, fato que o sr. como cientista jurídico descobriu. Os artigos lá são feitos por cientistas e escritos em inglês, sofrem todo o processo de validação científica antes da publicação. Infelizmente seus conhecimentos de francês não irão lhe servir nesse caso. PS.: Não irei fazer guerra de diploma com V.Exa, tenho lattes, mas apelo a autoridade e as demais falácias não são de meu feitio, muito pelo contrário agradam a V.Exa. Não me reportarei mais a sua pessoa, pois afirmara que tenho baixa compreensão, não estou em seu nível de conhecimento - felizmente. continuar lendo

Quanto ao Sr. Lucas Rodrigues creio que ele primeiro deveria aprender a ler, terminar o segundo grau e depois comentar com mais pertinência. Ele deve ter confundido Jus Brasil com Facebook. continuar lendo

Lembram da talidomida? Pois é... continuar lendo

O caso da talidomida é um ótimo exemplo do que o uso indiscriminado de uma substância sem se entender corretamente sua forma de atuação no organismo pode causar. Me pergunto quem terá que arcar com o civil liability se em algum momento no futuro descobrirem algum efeito colateral grave dessa substância, o STF e o Min. Fachin talvez? continuar lendo

Até água usada indiscriminadamente faz mal oras. Será que é tão difícil entender que a tônica do assunto é outra? Estamos falando a semente e alguns comentam a árvore que sequer germinou. Que viagem. A não ser que você esteja se colocando em um degrau privilegiado onde só você vê o lado certo. Sua opinião, embora válida. é quase isolada. Estaríamos todos sem visão? continuar lendo

Justamente porque até água usada indiscriminadamente faz mal (como o próprio Dr. Drauzio Varella falou na reportagem) que precisamos de testes médicos para definir o que é "normal" do que é "indiscriminado" dessa substância. A mesma droga que é remédio em uma dosagem é veneno em outra, essa distribuição indiscriminada de uma substância cujos testes médicos nunca foram feitos é uma temeridade, o professor em questão nem sequer é médico ou está ligado a qualquer área da medicina, só por isso essa substância já merecia um estudo especialmente criterioso por parte das equipes médicas e das autoridades sanitárias. A semente pode não ter geminado mas depois que geminar vamos ter que lidar com isso. Não se esqueça que em certas quantidades até Paracetamol pode causar crises hepáticas graves, por isso liberar um uso indiscriminado de uma substância cuja a pesquisa médica mundial se resume a testes em culturas de células e ratos é algo absolutamente temerário. A própria talidomida que se acreditou que fosse um medicamento tão seguro que era propício para prescrever a mulheres grávidas, para combater enjoos matinais é um ótimo exemplo disso, só depois de 10.000 casos de defeitos congênitos graves em crianças filhos de mulheres que tomaram esse medicamento é que pararam para se preocupar com os riscos desse medicamento. Pesquisa médica tem um rito que não está ai por acaso, lembre-se que até os campos de concentração nazista serviram para (supostas) "pesquisas médicas", o estudo médico não pode ser relativizado dessa forma. Por fim, não me surpreende que a maioria absoluta dos médicos recriminam totalmente o uso desse suposto remédio (ainda mais nos casos que muito usuários que substituíram o tratamento tradicional por ele) afinal de contas não se sabe como ele atua no organismo, como ele reage em casos de interações medicamentosas e por ai vai, quem não garante que o a substância em questão se tomada junto com uma aspirina não irá produzir algum veneno e matar o paciente? A displicência que está sendo tratada a segurança desse suposto remédio é estarrecedora, isso para não falar em quem vai pagar as contas se tal substancia milagrosa lá pra frente produzir mais danos que benefícios aos seus usuários. continuar lendo

E acrescento mais ao comentário do Nadir Tarabori. Pra quem está fadado a morte, qualquer hora, dia, mês e ano de prolongamento de vida é uma vitória. continuar lendo

Depende dos termos do "prolongamento", um prolongamento de vida trocando-se o câncer por uma insuficiência hepática aguda ou uma hepatite fulminante (geralmente as primeiras coisas cuja função para com o uso de remédios pesados) não me parece uma troca muito positiva. continuar lendo

Para os que falam do milagre da substância, a reportagem:

http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/10/fosfoetanolamina-sintetica-oferta-de-um-milagre-contraocancer.html

E seu trecho:

""A abordagem de Chierice é de um milagreiro”, afirma o jornalista Alceu Castilho, de 45 anos. O pai dele morreu de câncer, em 2009, dois meses depois de descobrir a doença. Como o câncer estava em estágio avançado, os médicos haviam sugerido apenas cuidados paliativos, para dar conforto. O pai de Castilho quis tentar as cápsulas e recusou qualquer outro tipo de intervenção. “Ele teve um final de vida com muita dor”, diz Castilho. “Esse irresponsável está jogando com a esperança e a vida das pessoas.” continuar lendo

Bruno Kussler Marques nunca enfrentou uma questão de doença consigo ou na família, senão saberia que "vale a pena tentar", "vale QUALQUER esperança" para quem está fadado ao sofrimento ..... A questão toda é permitir ao Paciente ESCOLHER o tipo de tratamento que deseja receber!!! Se o paciente escolher um tratamento que envolva um medicamento (por mais experimental que seja) tem que ter sua vontade RESPEITADA !!! . continuar lendo

Pois é. A pessoa está sujeita a efeitos colaterais que ninguém pode prever. O próprio "criador" da substância não sabe dizer qual a dosagem adequada que se deve consumir. E nem vamos falar do fato de que pra usar o remédio a pessoa é orientada a não fazer quimioterapia. continuar lendo

Então, a questão não é usar discriminadamente e sim promover estudos. Estão condenando a fosfoetanolamina sem ao menos oferecer julgamento. continuar lendo

Oscar Machado eu já enfrentei problemas de doença na minha família sim justamente por isso que é de conhecimento de toda minha família que se caso eu venha a ter uma doença sem cura ou chegue em um estado que não tenha mais condições de recuperar eu não quero ficar sendo alvo de tratamentos que prolonguem uma vida com tratamentos meramente protelatórios, a chamada ortotanásia. A persistência de tratamentos terapêuticos em um paciente irrecuperável causando dor e sofrimento da pessoa e da família é a pior parte do câncer porque só prolongam a dor do inevitável e ainda geralmente desestruturam financeiramente e psicologicamente as famílias.
Agora, se o paciente escolher esse tipo de tratamento ele tem todo o direito de ter esse tratamento, mas ai entra a segunda parte da questão do problema, qual é a obrigação do Estado de bancar esse tratamento experimental sem qualquer comprovação científica que efetivamente funciona em humanos? Se consideramos que o estado tem a responsabilidade de arcar com esse tipo de custo (através da USP no caso em tela) até garrafada e cirurgia espiritual o Estado em breve vai ser obrigado a arcar. Se o paciente escolher um tratamento experimental tudo bem, mas que arque com os custos disso, não se pode atribuir essa responsabilidade ao Estado, a USP não é industria farmacêutica para ficar arcando com os custos de produção de remédios sem qualquer comprovação científica que funcione (ou que não ajude a matar o paciência de outra maneira). continuar lendo

Amelia Damasceno, ninguém está "condenando a fosfoetanolamina sem ao menos oferecer julgamento", o que se discute é se ela pode "queimar etapas" como exame clínicos para definir não só se o suposto remédio funciona mas quais são as doses necessárias (e quais são as doses que podem ser fatais) e quais são os efeitos colaterais que ela produz no paciente. No desespero de produzir uma cura as pessoas não estão levando em risco as consequências que esse possível medicamento pode trazer. Ninguém em lugar nenhum está dizendo que a pesquisa da fosfoetanolamina deve ser proibida, apenas que ela deve seguir os padrões médicos existentes até para evitarmos ter uma nova talidomida no mercado. continuar lendo

Não faz sentido se falar em possíveis efeitos colaterais para quem está caminhando para uma morte certa. Além disso, o dever do estado é informar e orientar e não ditar o que o cidadão deve ou não fazer. Mas como geralmente tudo desta emissora é de alguma forma manipulado ou tendencioso não me surpreendo. continuar lendo

Obvio que não faz sentido falar de efeitos colaterais, se cura o câncer pode tudo, pode causar insuficiência renal, insuficiência respiratória, parada cardiovascular, pressão alta, diabetes, acidente vascular cerebral, etc.

Mas de câncer a pessoa não vai morrer, o importante é isso. continuar lendo

A talidomida, essa era oferecida como fármaco na década de 60 e que provocou o grande mal conhecido pelo próprio nome, mas no caso da talidomida mais tarde ficou sabendo que a mesma apresenta um centro quiral e que era oferecida em mistura dos dois isômeros (não se conhecia na época, essa situação), um R e outro S. Um servia para melhorar o mal estar nas grávidas, enquanto que o outro causava a deformação do feto. A fosfoetanolamina não possui centro quiral e encontra-se naturalmente em nosso organismo, diferentemente da talidomida, só para esclarecimentos. Não conheço o mecanismo da fosfoetanolamina, mas o que me causa incomodo é não ver ninguém interessado em seguir com as pesquisas sobre a mesma e já descartando se a mesma tem ou não função. Pareceu-me que o autor do texto quis chamar a atenção para isso. Também achei estranha a peça jornalística, uma vez que fala em resultados promissores e em seguida detona totalmente e comparando-a inclusive com 5 litros de água. Até onde sei, a água não faz mal ou será que faz? Só se for água suja, mas água potável fazer mal? Outra coisa, desde quando um paciente terminal não deve ter esperanças? Só sei que, se fosse a vinte anos iria correr atrás e dar mais esperanças a minha querida mãe que veio a falecer três meses depois de descobrir um câncer no pâncreas fulminante. continuar lendo

Renato Campos e qual a diferença se a pessoa morre de câncer ou uma cirrose hepatica aguda causada as vezes por remédios. A pessoa morre do mesmo jeito. Como dizia o avô já falecido de um amigo meu, depois que você morre não importa se foi "morte morrida" ou "morte matada", você já tá morto mesmo.
A questão dos efeitos colaterais tem sim que serem levados em conta, até porque o uso indiscriminado de medicamentos sem se saber as consequências gera problemas para a sociedade. O caso dos "filhos da talidomida" é um ótimo exemplo disso. continuar lendo

A diferença é que essa nova substância é para quem já está doente, vai morrer, então se tem a chance de arriscar algo para viver que faça, a talidomida era para outra coisa, quem sofreu foram os filhos de quem usou. continuar lendo

Edmilson Ribeiro, ninguém está descartando a fosfoetanolamina como um possivel remédio, o que eu e tantos outros aqui defendemos é que não se pode "queimar etapas" e porque a substância parece promissora nos testes com cultura de células e alguns (poucos) testes com ratos de se pular as etapas de desenvolvimento do medicamento, inclusive a definição da toxicidade da mesma e como ela se comporta em interação medicamentosa. Isso é sério, uma pessoa que toma uma certa dose de paracetamol (tylenol), um remédio tão comum no nosso diaadia, e ingere álcool em seguida pode ter um dano hepático irreversível ou até mesmo um episódio de insuficiência hepática que pode levar à morte da pessoa, esse tipo de coisa tem que ser levado a sério, não se pode ser tratada apenas com argumentos de teorias da conspiração dignos de livros do Dan Brown.
Pesquisas tem que existir sim mas mesmo que se não houvesse interesse por parte dos laboratórios e faculdades (o que não é o caso) não caberia a justiça forçar o desenvolvimento de um estudo desses ou obrigar uma instituição pública de pesquisa se tornar uma fábrica de remédios.
Sobre água potável mesmo ela em excesso causa mal, e aqui explica o porque.
http://noticias.uol.com.br/saúde/ultimas-noticias/redacao/2014/05/26/beber-agua-em-excesso-pode-fazer-malasaude-veja-mitoseverdades.htm continuar lendo

Augusto, estamos falando de uma doente em estado terminal. Iria ou irá morrer, a substância é uma ultima opção.
O que tem a ver a talidomida com isso? continuar lendo

Pois é, mesmo depois dos desastrosos efeitos da talidomida aparecerem a indústria e os governos fecharam o olhos e a mesma continuou por muitos anos a ser vendida...lembram?
E seu benefício nem era tão grande como uma possível cura a câncer...
Como a globo é zeladora pelo bem estar da população, não é? continuar lendo

Olha a Talidomida é um exemplo do modismo que expliquei no meu comentário. A industria farmacêutica queria ganhar muito dinheiro com o enjoo das grávidas e deu no que deu!! Mas preciso fazer um alerta já que muitos pacientes ainda hoje se beneficiam e muito com o uso adequado desta substância que é um ótimo imunomodulador. continuar lendo

Bruno Kussler Marques, estamos querendo justamente saber sobre isso. Por que não se faz os testes clínicos ao invés simplesmente de condenar sem ter visto o outro lado da história (na própria reportagem Dráuzio e o famoso oncologista disseram que resultados in vitro e em camundongos foram promissores). Logo, teria sido mais sensato alertar a população de que, não se trata de um medicamento por conta disso, falta os testes em humanos, por isso ou aquilo. Mas o que vimos na peça jornalística foi que a substância não tem ação alguma e a total condenação da mesma, pelo menos entendi assim. . A água não intoxica o organismo, apenas desequilibra a composição salina, entendi na fala do doutor que a água era tóxica "a forma como ele expos", pois a comparação fora entre a água e a fosfoetanolamina. Ora, se água fazia mal, por que essa substância não poderia fazer? E outra, tem todo o mecanismo dela não fazer bem água em excesso, o nosso rim tem capacidade filtrante de 0,8 a 1 L/hora e não por ser uma substância tóxica, e ninguém aguenta tomar 5 litros de água em uma hora, "haja estomago dilatado", ou será que aguenta? Se a conotação é diferente, a Globo e o próprio Dráuzio nos deve explicações, ou não, eu particularmente teria o cuidado de ouvir quem já fez uso da substância e ai sim, fazer um juízo de valor. Com relação ao texto publicado pelo autor aqui, o mesmo no meu entendimento quis chamar a atenção sobre isso. Continuo achando a matéria veiculada pela globo tendenciosa. continuar lendo

Meu querido a talidomida tinha sido liberada e mesmo assim não consegue prever os efeitos adversos de um medicamento, nesse caso se trata de cÂncer UMA DAS DOENÇAS QUE MAIS MATA NO MUNDO que leva ao óbito muito rápido qual a esperança ou espera-se?? continuar lendo

O brasileiro é especialista em se automedicar. Por isso temos uma farmácia em cada esquina.
Impressionante o número de leigos aqui que viraram médicos e acham que este produto funciona ou deveria ser distribuido livremente sem nenhuma comprovação (nenhuma mesmo) de que é eficaz. continuar lendo

Renato Campo, lamento o final de seu pai, mas isso não o autoriza a comentar bobagens. continuar lendo

Gostaria de que alguém publicasse um caso comprovadamente documentado de cura com o produto. continuar lendo

Sr Augusto Cesar Arce, a matéria não fala em cura. O tom da matéria é outro, independente de cura ou não.
continuar lendo

Hã hã...sei. Mas, é justamente por um 'remédio' que não tem eficácia comprovada é que se fez a 'matéria'.
Repido: gostaria que alguém publicasse um caso comprovadamente documentado de cura com o tal produto. continuar lendo